Congregação Israelita da Nova Aliança de Itabuna - BA

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Parashat Devarim - Palavras - Deuteronômio 1:1-3:22


Esta semana começamos o quinto e último livro da Torá, Devarim (Deuteronômio), conhecido na literatura rabínica como Mishnê Torá, a revisão da Torá. Seu conteúdo foi falado por Moshê ao povo judeu durante as cinco semanas finais de sua vida, enquanto o povo se preparava para entrar na Terra de Israel. Nele, Moshê explica e comenta muitas das mitsvot outorgadas previamente e outras que aqui aparecem pela primeira vez. Ele também os adverte continuamente a permanecer diligentes e fiéis às leis e ensinamentos de D’us.
A Parashat Devarim começa com a velada censura de Moshê, na qual faz referência aos numerosos pecados e rebeliões dos quarenta anos anteriores. Prossegue então relatando vários dos incidentes mais significativos que ocorreram com o povo judeu no deserto, lançando uma luz sobre as narrativas prévias da Torá.
Moshê fala da malograda missão dos espiões: dez dos doze homens enviados para vigiar a terra tinham voltado com um relatório negativo, e devido à falta de fé do povo, D’us condenou toda a nação a vagar por quarenta anos no deserto, tempo durante o qual a geração do êxodo morreu. Moshê então avança para discutir a conquista dos Filhos de Israel da margem leste do Rio Jordão. A Porção da Torá conclui com palavras de encorajamento para o sucessor de Moshê, Yehoshua.


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Parashá Massê - Jornadas - Números 33:1-36:13

Massei - Arão e questões na hora da morte



A parashah de Massei encerra o livro de Bamidbar, e vai de Nm 33:1 a Nm 36:13. Dentre os assuntos, especialmente no começo quando são relatadas as caminhadas do povo pelo deserto, há uma interrupção pra falar sobre a morte de Arão.

Nm 33:38-39. - Então, Arão, o sacerdote, subiu ao monte Hor, segundo o mandado do SENHOR; e morreu ali, no quinto mês do ano quadragésimo da saída dos filhos de Israel da terra do Egito, no primeiro dia do mês. Era Arão da idade de cento e vinte e três anos, quando morreu no monte Hor.

Mas o que teve de tão importante Arão?
Se lermos o relato da morte dele em Nm 20:23-29 - assim como Moshê, Arão sabia que iria morrer, mas antes o Eterno o relembrou, (você vai morrer porque foi rebelde) e teve que subir num monte, se despir, passar as roupas de sacerdote para Eleazar, seu filho e então morrer. Aí o povo chorou por trinta dias. Aí dá pra tirar várias lições.
- Arão esteve tão perto da terra prometida, caminhou por 39 anos e cinco meses, e acabou morrendo no deserto? Porque? Será que valeu a pena a caminhada?
Tem coisas que só nos damos conta no momento da morte. Por exemplo: ao longo da vida a gente vai deixando pendências e só no leito de morte a gente pensa em resolver todas elas de uma vez, mas aí é tarde. Uma mágoa por exemplo, a pessoa passa anos sem conversar com outra por causa de um problema, e quando fica doente, perto da morte, então ambas são tomadas de um súbito desejo de relevar tudo, perdoar, buscar perdão, só para morrer em paz.
Outros, conhecem a Bíblia e passam a vida inteira sem decidir passar pela tevilah, e daí na hora da morte tomam essa decisão. Será que foi conversão verdadeira ou puro medo de morrer sem salvação?

- Porque Arão foi rebelde? Porque ele desobedeceu a Deus, fazendo o bezerro de ouro?

Rebeldia é e sempre será cobrada pelo Eterno. Quando lemos em Samuel, vemos: “Porque a rebelião é como o pecado de feitiçaria, e a obstinação é como a idolatria e culto a ídolos do lar. Visto que rejeitaste a palavra do SENHOR, ele também te rejeitou a ti, para que não sejas rei.” (1 Sm 15:23) Esse caso é quando Saul não obedeceu ao mandado do Eterno, e quis fazer diferente. O que muitos não se dão conta é que o verso fala que a REBELDIA é como a FEITIÇARIA.

Tem coisas que a gente só se arrepende na hora da morte e não deve ser assim. Arão caminhou mais de 39 anos pelo deserto, e no fim, não entrou na terra prometida. Será que vale a pena?
para Antes da velhice, antes da enfermidade, enfim, antes do seu leito de morte, tome a decisão de ser correto, de corrigir os erros do passado, de firmar sua aliança com o Eterno. Nada de ficar postergando, pois não viveremos sempre. Agindo assim, você irá dormir sempre em paz, pois não terá nenhum peso extra em sua consciência.







A Parashat Mass’ê (Bamidbar 33:1 - 36:13) inicia-se com um resumo de toda a rota viajada pelo povo judeu durante seus quarenta anos no deserto, começando com seu Êxodo do Egito e concluindo com sua chegada às margens do Rio Jordão.

Após ordenar ao povo para expulsar todos os habitantes da Terra Santa, a Torá delineia as fronteiras exatas da terra de Israel. Já que os levitas não receberiam uma porção como os demais, cidades especiais foram separadas para eles. Alguns destes locais serviriam também como cidades de refúgio para alguém que, sem intenção, tenha matado uma pessoa, e então fugiria para uma destas cidades para buscar abrigo e evitar a vingança de um parente próximo da vítima, lá permanecendo até a morte do atual Cohen Gadol.

Após estabelecer os parâmetros para as várias categorias de assassinato, o livro Bamidbar conclui com informação mais completa a respeito das filhas de Tslofchad e as leis sobre herança.

Fonte: http://www.pt.chabad.org/

Observando o Shabat: o recebimento - Rosh Yishai ben Yehudah



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Parasha Matot - Tribos - Números 30:2-32:42


Esta é a 42ª porção da Torah, e normalmente ela é estudada junto com a parashá de Masse (Jornadas), quando então denominamos Mechubarot (juntas). Esse ano elas são estudadas separadamente, o que nos permite nos aprofundarmos mais (pois a porção fica menor) em função de ser um dos anos em que temos, no calendário judaico, duas vezes o mês de Adar.

Matot significa tribos e começa no capítulo 30 de Bamidbar. Já na primeira Aliah, que vai de Nm 30:2-17, podemos aprender muitas lições, especialmente no que concerne ao fato do homem se comprometer com algumas coisas.


Nm 30:2 - Quando um homem fizer voto ao SENHOR ou juramento para obrigar-se a alguma abstinência, não violará a sua palavra; segundo tudo o que prometeu, fará.
Começando a falar sobre os votos, vemos que:
* Os homens são obrigados a cumprir aquilo que prometeram ao Eterno, o voto que fizer, seja qual for, deve ser cumprido. Isso nos leva a refletir, antes de votar. Refletir é algo que as pessoas não fazem muito, precisamos aprender a não ficar abrindo a boca tão facilmente, falando que vai fazer tal coisa, que se compromete em estar em tal lugar, tal hora... quando não será capaz de cumprir.





Vejamos alguns textos:

Dt 23:21-23 - Quando fizeres algum voto ao SENHOR, teu Deus, não tardarás em cumpri-lo; porque o SENHOR, teu Deus, certamente, o requererá de ti, e em ti haverá pecado. Porém, abstendo-te de fazer o voto, não haverá pecado em ti. O que proferiram os teus lábios, isso guardarás e o farás, porque votaste livremente ao SENHOR, teu Deus, o que falaste com a tua boca.

Ec 5:4-7 - Quando a Deus fizeres algum voto, não tardes em cumpri-lo; porque não se agrada de tolos. Cumpre o voto que fazes.Melhor é que não votes do que votes e não cumpras.





Interessante lendo estes textos acima que ninguém é obrigado a fazer votos, mas as pessoas vivem falando coisas desnecessárias, assumindo compromissos, que mais tarde não cumprirão, e isso é pecado. Se ficassem calados, não pecariam.





Isso é o que diz Pv 20:25: Laço é para o homem o dizer precipitadamente: É santo! E só refletir depois de fazer o voto.

Tiago 5:12 também fala disso e Yeshua disse em Mt 5:37 Seja, porém, a tua palavra: Sim, sim; não, não. O que disto passar vem do maligno.


Agora pense um pouco. Quantas coisas a gente promete e não cumpre. Assina contratos e depois quer voltar atrás. Assina uma ficha de Tevilah, se comprometendo a ser fiel, honrar o ministério, obedecer, mas na hora que é exigido isso, a pessoa sempre dá um jeito de fugir à responsabilidade. Se todos cumprissem os votos, os casamentos seriam bons, as mulheres se comprometeriam a ser submissas e realmente seriam... os maridos se comprometeriam a suprir todas as necessidades da esposa e supririam... e tudo seria realmente melhor.

Fonte:http://5livros.blogspot.com.br/search/label/matot


Matot e Mass'ê (Mechubarot)
        
  
Bamidbar 30:2 - 36:13
  
    
    

Matot tem início com uma discussão das leis a respeito de nedarim, promessas, e shevuot, juramentos. A Torá então descreve a batalha e a vitória do povo judeu contra Median, seguido por uma narrativa detalhada da distribuição dos despojos de guerra.

Em antecipação da chegada à Terra de Israel, as tribos de Reuven e Gad adiantam-se para requisitar que sua herança esteja na margem leste do Rio Jordão, ao invés de na Terra Santa propriamente dita, pois a margem leste seria mais apropriada para seu imenso rebanho. Após alguma discussão, Moshê concorda, mas apenas com a condição de que eles ajudem o restante da nação na conquista de toda a Terra de Israel, antes de voltarem a estabelecer sua herança.

A Parashá Mass'ê inicia-se resumindo a rota completa percorrida pelo povo judeu durante os quarenta anos no deserto, começando com o êxodo do Egito e concluindo com sua chegada às margens do Rio Jordão.

Após ordenar ao povo para expulsar todos os habitantes da Terra Santa, a Torá esboça os limites exatos da Terra de Israel. Como os Levitas não receberiam uma porção regular, cidades especiais tiveram de ser designadas para eles, algumas das quais serviriam também de cidades de refúgio para assassinos acidentais. Em determinadas circunstâncias, alguém que por acidente matasse uma pessoa fugiria para uma destas cidades de refúgio para evitar a retribuição de um parente próximo da vítima, e teria de lá permanecer até a morte do Cohen Gadol (Sumo sacerdote) vigente.

Após estabelecer a orientação para os vários tipos de assassinatos, o livro Bamidbar conclui com a informação adicional a respeito das filhas de Tzlofchad e as leis regulamentando a herança.


Fonte:  http://www.chabad.org.br/tora/parasha/par053.html

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