Congregação Israelita da Nova Aliança de Itabuna - BA

Pesquisar no Site ! שלום עליכם

Custom Search

NOVO ESCUDO EMBLEMÁTICO C.I.N.A

novo escudo emblemativo


Em Comemoração aos 10 anos de Teshuvah A Congregação Israelita da Nova Aliança lança o seu novo Escudo Emblemático... 


Sua forma traz a figura da Menorah ladeada dos dois ramos de oliveira, que representam os dois Ungidos mencionados na profecia de Zacarias e as duas Testemunhas do Apocalipse sobre a silhueta de um Sefer Torah aberto representando o cumprimento da Profecia de Jerimias 31:31-34, onde a Torah é colocada dentro de nossos corações pela ação do Ruach HaKodesh (Espírito de D-us). A marca é coroada pelo Maguen David representando a Dinastia Davídica do Mashiach que anuncia a iminência do Malchut HaShamaim (Reino de D-us) a partir de Jerusalém. 

Parashah Chukat _ Estatutos

Resumo da Parashá

A Parashat Chucat Resumida

Chucat começa com o puro decreto da Torá, Chucat Hatorá, uma mitsvá que somos conclamados a cumprir mesmo que não possamos entender seu propósito e sua razão - a vaca vermelha (Pará Adumá), cujas cinzas eram usadas para purificar as pessoas que se contaminaram através de contato com o corpo de uma pessoa morta.
A narrativa então salta 38 anos, para iniciar a descrição do que aparece imediatamente antes do povo judeu entrar na Terra de Israel. A profetisa Miriam morre, e o povo fica sem água, pois o miraculoso poço que os acompanhara durante sua jornada no deserto existia apenas pelo seu mérito.
D'us ordena a Moshê e a Aharon que falem com uma rocha em especial, que produzirá água instantaneamente; em vez disso, Moshê golpeia a pedra com seu cajado, e D'us diz aos dois líderes que eles não entrarão na Terra Prometida.
Depois, o rei de Edom recusa-se a deixar o povo judeu passar, fazendo-lhes tomar uma rota mais distante. Aharon morre e é sepultado no Monte Hor, e seu filho Elazar o sucede como Sumo Sacerdote.
Os Filhos de Israel cantam uma canção de louvor sobre o milagroso poço que D'us tinha feito surgir pelo mérito de Miriam, e a porção termina com as batalhas e vitórias sobre Sichon, o rei de Emori, e Og, o rei de Bashan.

 Fonte: http://www.pt.chabad.org/

MIKVÊ - Por Rosh Moshê

Mikvê, era pra ser um caderno de lições, mas agora virou post...



Há pouco tempo foi inaugurado o mikvê em nossa Beit Sede, em Curitiba, o que certamente representa mais um avanço de nossa teshuvah. Também por conta disso, fui ler e reler alguns livros para que pudessemos publicar um caderno de lições sobre o assunto e sua grande importância para o modo de vida dentro da fé judaica. 

Já estava escrevendo quando a nossa Diretoria optou por não mais publicar o caderno de lições e substitui-lo por videos do programa Or Teshuvah, que obviamente também traz muitos ensinamentos importantes. Como aprender nunca é demais e como eu já havia escrito algumas lições, acho que é bom publicar aqui, já que não mais teremos as liçoes. Publicando aqui, e compartilhando nos facebooks, o aprendizado pode chegar a todos os membros também. 

As lições são um pouco do que aprendi com livros como:
- "A distância que nos une - Leis de Pureza Familiar
- O Segredo da Feminilidade Judaica
- Kitsur Taharat - Resumo das Leis de Pureza Familiar
- As Águas do Eden
- To Become One (em inglês)
e além desses, alguns outros comentários rabínicos que li, e que me ajudaram a compreender um pouco mais das mitsvot relativas ao mikvê e sua importância no âmbito familiar.

Aos membros e líderes da CINA, se julgarem importante, fiquem a vontade para copiarem, imprimirem e estudarem juntos em suas kehilot, em horários que acharem de melhor proveito para o crescimento espiritual da Kehilah. Como verão, o texto segue no antigo formato das lições.

 LIÇÃO 01 - O HOMEM NA CRIAÇÃO

VERSO TEMÁTICO: “Contudo, pouco menor o fizeste do que os anjos e de glória e de honra o coroaste. Fazes com que ele tenha domínio sobre as obras das tuas mãos; tudo puseste debaixo de seus pés.” (Salmo 8:5,6)

INTRODUÇÃO: 
Para que possamos compreender melhor as funções de um mikvê, nosso tema central deste trimestre, se faz necessário primordialmente saber que  tudo que existe, inclusive as águas de um mikvê foram criadas para o benefício do ser humano. 
Quando, na criação o Eterno criou o Eden, colocando cada coisa em seu lugar, rios, peixes, animais, árvores, tudo foi feito pensando no homem, cuidadosamente formado pelas mãos do Eterno, soprando nele o fôlego de vida. (Gn 2:7-10)
Como A Torah afirma que “eis que tudo era muito bom” a cada ato da criação divina, então devemos aceitar que o homem era perfeito e vivia em perfeita harmonia com o ambiente e o Criador e que não havia nele a inclinação para o mal e o pecado. Havia nele a possibilidade da vida eterna, numa relação de crescimento espiritual e intimidade com o Criador. 
Com o evento da serpente e a tentação, o homem, fazendo uso de seu livre arbítrio transformou sua relação com o Eterno e a perfeição do Jardim já não era mais como antes.

QUESTIONÁRIO
1. Que lições aprendemos com o pecado do homem?
A perfeição que havia no Eden sem o pecado havia sido perdida por conta da desobedência do homem. Como o mundo inteiro houvera sido criado em favor do homem, quando ele caiu, provocou juntamente também a queda do mundo todo, e o mal já não mais estaria concentrado “na serpente” mas acabara por contaminar toda a criação. “Pelo que, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, por isso que todos pecaram.” (Rm 5:12)
A própria reação de Adam, que antes não se envergonhava por estar nu, tendo que fazer vestimentas com folhas de figueira para cobrir suas “vergonhas”  já demonstra que ele sentiu o peso do pecado. A seguir, de imediato a Torah diz: “E ouviram a voz do SENHOR Deus, que passeava no jardim pela viração do dia; e escondeu-se Adão e sua mulher da presença do SENHOR Deus, entre as árvores do jardim.” (Gn 3:8)
Nosso sábios afirmam: “Um pecado sempre tem como consequência outro pecado. A recompensa duma boa obra está na própria boa obra realizada. A consequência dum pecado é sempre outro pecado.”
Se seguimos o relato do pecado de nossos pais, vemos que outros erros se seguem logo após. (Gn 3:1-13)
• envergonhar-se. O que peca, sente vergonha em sua consiência.
• esconder-se. Quem faz algo errado, logo procura ocultar o erro, e se esconde.
• fugir da culpa. Assim como Adam, o pecador sempre procura culpar alguém por seus próprios erros. Eva fez o mesmo, mas a serpente não tinha a quem culpar.

2. E quais as consequências recaíram sobre a Criação?
“À mulher disse: Multiplicarei sobremodo os sofrimentos da tua gravidez; em meio de dores darás à luz filhos; o teu desejo será para o teu marido, e ele te governará. E a Adão disse: Visto que atendeste a voz de tua mulher e comeste da árvore que eu te ordenara não comesses, maldita é a terra por tua causa; em fadigas obterás dela o sustento durante os dias de tua vida. Ela produzirá também cardos e abrolhos, e tu comerás a erva do campo. No suor do rosto comerás o teu pão, até que tornes à terra, pois dela foste formado; porque tu és pó e ao pó tornarás.” (Gn 3:16-19) Mas o maior castigo foi: “o Senhor D-us, pois, o lançou fora do jardim do Eden...e havendo lançado fora o homem, pôs querubins ao oriente do jardim do Eden e uma espada inflamada que andava ao redor, para guardar o caminho da árvore da vida.” (Gn 3:23, 24)

3.  Por que foi necessário que o homem fosse retirado do Jardim do Eden? Que isso representa?
Como dito anteriormente, na criação tudo era perfeito e não havia espaço para sujeira ou coisas erradas, e ao perder o acesso ao Jardim do Eden, o homem se distancia de tudo que era puro e perfeito, seja no modo de vida, na sua relação com toda a criação ou na sua relação com o Eterno. Como disse o profeta Ezequiel: “para que a casa de Israel não se desvie mais de mim, nem mais se contamine com todas as suas transgressões.” (Ez 14:11) Numa outra versão do mesmo texto, é dito: “já não se sujarão através de seus pecados.” ou seja, o pecado sujaria, contaminaria o Eden e como o que é perfeito não se pode contaminar. 

4. De que maneira o homem poderia voltar a se aproximar do Eterno e do puro, estando ele manchado pelo pecado?
Para reestabelecer sua relação com o Eterno o homem precisava passar por um processo de limpeza e purificação, e então se reconectar com o Eden. 
“O Talmude diz que toda a água do mundo tem sua raiz no rio que brotou no Eden. Num certo sentido, este rio é a fonte espiritual de toda a água. Mesmo que uma pessoa não possa entrar no próprio Jardim do Eden, sempre que se associa com esses rios - ou com qualquer outra água - ele está restabelecendo sua ligação com o Eden... Isso também explica por que o micvê tem de estar vnculado à água natural.” (Äguas do Eden, pg 58)
Com isso, começamos a entender a importância de um mikvê no processo de nossa re-conexão com o Eterno.

EM BREVE POSTAREI A LIÇÃO DOIS: MIKVÊ E SUA IMPORTÂNCIA

Há pouco tempo foi inaugurado o mikvê em nossa Beit Sede, em Curitiba, o que certamente representa mais um avanço de nossa teshuvah. Também por conta disso, fui ler e reler alguns livros para que pudessemos publicar um caderno de lições sobre o assunto e sua grande importância para o modo de vida dentro da fé judaica. 

Já estava escrevendo quando a nossa Diretoria optou por não mais publicar o caderno de lições e substitui-lo por videos do programa Or Teshuvah, que obviamente também traz muitos ensinamentos importantes. Como aprender nunca é demais e como eu já havia escrito algumas lições, acho que é bom publicar aqui, já que não mais teremos as liçoes. Publicando aqui, e compartilhando nos facebooks, o aprendizado pode chegar a todos os membros também. 

As lições são um pouco do que aprendi com livros como:
- "A distância que nos une - Leis de Pureza Familiar
- O Segredo da Feminilidade Judaica
- Kitsur Taharat - Resumo das Leis de Pureza Familiar
- As Águas do Eden
- To Become One (em inglês)
e além desses, alguns outros comentários rabínicos que li, e que me ajudaram a compreender um pouco mais das mitsvot relativas ao mikvê e sua importância no âmbito familiar.

Aos membros e líderes da CINA, se julgarem importante, fiquem a vontade para copiarem, imprimirem e estudarem juntos em suas kehilot, em horários que acharem de melhor proveito para o crescimento espiritual da Kehilah. Como verão, o texto segue no antigo formato das lições.

 LIÇÃO 01 - O HOMEM NA CRIAÇÃO

VERSO TEMÁTICO: “Contudo, pouco menor o fizeste do que os anjos e de glória e de honra o coroaste. Fazes com que ele tenha domínio sobre as obras das tuas mãos; tudo puseste debaixo de seus pés.” (Salmo 8:5,6)

INTRODUÇÃO: 
Para que possamos compreender melhor as funções de um mikvê, nosso tema central deste trimestre, se faz necessário primordialmente saber que  tudo que existe, inclusive as águas de um mikvê foram criadas para o benefício do ser humano. 
Quando, na criação o Eterno criou o Eden, colocando cada coisa em seu lugar, rios, peixes, animais, árvores, tudo foi feito pensando no homem, cuidadosamente formado pelas mãos do Eterno, soprando nele o fôlego de vida. (Gn 2:7-10)
Como A Torah afirma que “eis que tudo era muito bom” a cada ato da criação divina, então devemos aceitar que o homem era perfeito e vivia em perfeita harmonia com o ambiente e o Criador e que não havia nele a inclinação para o mal e o pecado. Havia nele a possibilidade da vida eterna, numa relação de crescimento espiritual e intimidade com o Criador. 
Com o evento da serpente e a tentação, o homem, fazendo uso de seu livre arbítrio transformou sua relação com o Eterno e a perfeição do Jardim já não era mais como antes.

QUESTIONÁRIO
1. Que lições aprendemos com o pecado do homem?
A perfeição que havia no Eden sem o pecado havia sido perdida por conta da desobedência do homem. Como o mundo inteiro houvera sido criado em favor do homem, quando ele caiu, provocou juntamente também a queda do mundo todo, e o mal já não mais estaria concentrado “na serpente” mas acabara por contaminar toda a criação. “Pelo que, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, por isso que todos pecaram.” (Rm 5:12)
A própria reação de Adam, que antes não se envergonhava por estar nu, tendo que fazer vestimentas com folhas de figueira para cobrir suas “vergonhas”  já demonstra que ele sentiu o peso do pecado. A seguir, de imediato a Torah diz: “E ouviram a voz do SENHOR Deus, que passeava no jardim pela viração do dia; e escondeu-se Adão e sua mulher da presença do SENHOR Deus, entre as árvores do jardim.” (Gn 3:8)
Nosso sábios afirmam: “Um pecado sempre tem como consequência outro pecado. A recompensa duma boa obra está na própria boa obra realizada. A consequência dum pecado é sempre outro pecado.”
Se seguimos o relato do pecado de nossos pais, vemos que outros erros se seguem logo após. (Gn 3:1-13)
• envergonhar-se. O que peca, sente vergonha em sua consiência.
• esconder-se. Quem faz algo errado, logo procura ocultar o erro, e se esconde.
• fugir da culpa. Assim como Adam, o pecador sempre procura culpar alguém por seus próprios erros. Eva fez o mesmo, mas a serpente não tinha a quem culpar.

2. E quais as consequências recaíram sobre a Criação?
“À mulher disse: Multiplicarei sobremodo os sofrimentos da tua gravidez; em meio de dores darás à luz filhos; o teu desejo será para o teu marido, e ele te governará. E a Adão disse: Visto que atendeste a voz de tua mulher e comeste da árvore que eu te ordenara não comesses, maldita é a terra por tua causa; em fadigas obterás dela o sustento durante os dias de tua vida. Ela produzirá também cardos e abrolhos, e tu comerás a erva do campo. No suor do rosto comerás o teu pão, até que tornes à terra, pois dela foste formado; porque tu és pó e ao pó tornarás.” (Gn 3:16-19) Mas o maior castigo foi: “o Senhor D-us, pois, o lançou fora do jardim do Eden...e havendo lançado fora o homem, pôs querubins ao oriente do jardim do Eden e uma espada inflamada que andava ao redor, para guardar o caminho da árvore da vida.” (Gn 3:23, 24)

3.  Por que foi necessário que o homem fosse retirado do Jardim do Eden? Que isso representa?
Como dito anteriormente, na criação tudo era perfeito e não havia espaço para sujeira ou coisas erradas, e ao perder o acesso ao Jardim do Eden, o homem se distancia de tudo que era puro e perfeito, seja no modo de vida, na sua relação com toda a criação ou na sua relação com o Eterno. Como disse o profeta Ezequiel: “para que a casa de Israel não se desvie mais de mim, nem mais se contamine com todas as suas transgressões.” (Ez 14:11) Numa outra versão do mesmo texto, é dito: “já não se sujarão através de seus pecados.” ou seja, o pecado sujaria, contaminaria o Eden e como o que é perfeito não se pode contaminar. 

4. De que maneira o homem poderia voltar a se aproximar do Eterno e do puro, estando ele manchado pelo pecado?
Para reestabelecer sua relação com o Eterno o homem precisava passar por um processo de limpeza e purificação, e então se reconectar com o Eden. 
“O Talmude diz que toda a água do mundo tem sua raiz no rio que brotou no Eden. Num certo sentido, este rio é a fonte espiritual de toda a água. Mesmo que uma pessoa não possa entrar no próprio Jardim do Eden, sempre que se associa com esses rios - ou com qualquer outra água - ele está restabelecendo sua ligação com o Eden... Isso também explica por que o micvê tem de estar vnculado à água natural.” (Äguas do Eden, pg 58)
Com isso, começamos a entender a importância de um mikvê no processo de nossa re-conexão com o Eterno.

EM BREVE POSTAREI A LIÇÃO DOIS: MIKVÊ E SUA IMPORTÂNCIA

PARASHAH NASSÔ - LEVANTA

Nassó - A oferta que é aceita




Nm 7 fala das ofertas dos príncipes dos povos, quando Mosheh ungiu e santificou os utensílios do Tabernáculo. Eles trouxeram seis carros cobertos e doze bois; um carro para cada dois príncipes e um boi para cada príncipe (Nm 7:3) Mosheh recebeu as ofertas.

A seguir, cada príncipe traria sua própria oferta para a estréia do altar, um por dia,durante os doze primeiros dias... mas se formos atentos perceberemos que cada um, desde Aminadab, da tribo de Judá, até Achirá, da tribo de Naftali, todos trouxeram a mesma oferta:
1 prato de prata de 130 siclos.
1 bacia de prata de 70 siclos, com flor de farinha
1 taça de 10 siclos de ouro, com incenso
1 novinho, 1 carneiro, 1 cordeiro (os três com um ano)
1 cabrito para oferta de pecado
Para oferta de pazes
2 touros, 5 carneiros, 5 bodes, 5 cordeiros de um ano

Então porque a Torah leva 70 versos para ficar repetindo a mesma oferta? Não seria mais fácil colocar que todos os príncipes trouxeram suas ofertas, tal e tal... num total de doze pratos, doze bacias, etc...
A oferta de cada um tem sua importância, formando um todo. Ainda que todos tenham doado exatamente o mesmo, era importante mostrar que cada um deu sua oferta especial. Foram os doze primeiros dias da "inauguração do Mishkan."
1 Cr 29:17 Bem sei, meu Deus, que tu provas os corações e que da sinceridade te agradas; eu também, na sinceridade de meu coração, dei voluntariamente todas estas coisas; acabo de ver com alegria que o teu povo, que se acha aqui, te faz ofertas voluntariamente.

Ofertas que tem valor são aquelas que são sinceras, voluntárias e que procuram agradar ao Criador. Foi isso que ocorreu com os que doaram ofertas para o Templo, nos dias do rei Davi.Por isso, Davi disse:


1 Cr 29:18 Senhor, Deus de nossos pais Abraão, Isaque e Israel, conserva isso para sempre no intento dos pensamentos do coração de teu povo; e encaminha o seu coração para ti.
Que esse espírito seja sempre conservado dentro de nós, com coração voltado para o Eterno, e nossas ofertas sejam recebidas por Ele como algo sincero e de coração voluntário, tal qual cada uma (digna de ser citada na Torah) das ofertas dos príncipes das tribos de Israel, na inauguração do Mishkan.
 

Resumo da Parashá

A Parashat Nassô Resumida

Nassô prossegue delineando as tarefas e responsabilidades das três famílias levitas - Gershon e Merari na porção desta semana, Kehat na semana passada - e contando todos os levitas que estavam em idade de servir no Mishcan.
Depois que D'us ordenou a Moshê para purificar o acampamento para que fosse um lar merecedor da Presença Divina, a Torá descreve o processo a ser cumprido com uma sotá, uma esposa que foi advertida pelo marido a não ficar sozinha com outro homem, e mais tarde foi surpreendida fazendo-o, dando ao marido um bom motivo para suspeitar de adultério. Ela é levada ao Cohen no Templo Sagrado e, caso não admita sua culpa, recebe água amarga sagrada para beber, o que levará a um destes dois resultados: ou as águas estabelecerão sua inocência, removendo a dúvida de seu relacionamento com o marido e abençoando-a com filhos, ou as águas provarão sua culpa por uma morte miraculosa e grotesca.
A Torá então descreve as leis do nazir, uma pessoa que aceitou voluntariamente adotar um estado especial de santidade, geralmente por trinta dias, abstendo-se de comer ou beber qualquer derivado de uva, cortar o cabelo, e de contaminar-se através do contato com o corpo de alguém que morreu. Após relatar as bênçãos pelas quais os Cohanim abençoarão o povo, a porção da Torá conclui com uma longa lista das oferendas trazidas pelos doze líderes das tribos durante a dedicação do Mishcan para uso regular. Cada príncipe faz uma oferenda comunal para ajudar a transportar o Mishcan, bem como doações idênticas de ouro, prata, animais e alimentos.

fONTE:  http://www.pt.chabad.org/

Shalom Amigos! Receba Novidades Por email!

DIGITE SEU EMAIL

Após a inscrição confirmar na sua caixa o e-mail recebido !

A
   
   
 
Acendimento das velas
Hora
Término do Shabat
Hora
Horário de verão
 
     
 

PUBLICADOS RECENTEMENTE

 
© 2009 BEIT ITABUNA