Congregação Israelita Beit Itabuna - BA

Judaísmo no Brasil e a COMUNIDADE JUDAICA BRASILEIRA - COMUNIDADE judaica do brasil

Judaísmo no Brasil

Judeus brasileiros Brasil

Henrysobel
Henry Sobel
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Marcelo Gleiser
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Moacir Scliar
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Luciano Huck
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Mário Schenberg
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Didi Wagner
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Roberto Justus
Serginho Groisman (2012)
Serginho Groisman
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Juca Chaves
Eduardo Saverin CHINICT
Eduardo Saverin
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Dan Stulbach
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Silvio Santos
Tarso Genro em novembro de 2014
Tarso Genro
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Jaques Wagner
Leopoldo Nachbin formatura 1943
Leopoldo Nachbin
Jaime Lerner May 2004
Jaime Lerner
População total
0,2% da população do Brasil em 1999 (segundo Schwartzman)[1]; 107.329 em 2010 (de religião judaica, segundo o censo)[2]
Regiões com população significativa
Bandeira do estado de São Paulo.svg São Paulo 51.050 [3]
Bandeira do estado do Rio de Janeiro.svg Rio de Janeiro 24.451 [3]
Bandeira do Rio Grande do Sul.svg Rio Grande do Sul 7.805 [3]
Bandeira do Paraná.svg Paraná 4.122 [3]
Bandeira de Minas Gerais.svg Minas Gerais 3.509 [3]
Bandeira de Pernambuco.svg Pernambuco 2.408 [3]
Bandeira da Bahia.svg Bahia 2.302 [3]
Bandeira do Pará.svg Pará 1.971 [3]
Bandeira do Amazonas.svg Amazonas 1.696 [3]
Bandeira do Distrito Federal (Brasil).svg Distrito Federal 1.103 [3]
Bandeira do Ceará.svg Ceará 580 [3]
Línguas
Português, Hebraico, Yidish, Alemão, Polonês, Russo, Haquitia.
Religiões
Judaísmo
Grupos étnicos relacionados
Ashkenazim, Sefaradim, Mizrahim e outras divisões étnicas do Judaísmo.
Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) compilados no Censo de 2010, havia nesse ano 107.329 judeus no Brasil, a segunda maior comunidade judaica da América Latina (atrás apenas da Argentina) e a 11ª no mundo.[2]

A imigração judaica no Brasil foi um movimento migratório que teve início com a colonização do Brasil, quando judeus sefarditas e cristãos-novos se estabeleceram na colônia. Nos séculos XIX e XX, a imigração de judeus para o Brasil aumentou, e era composta sobretudo por judeus asquenazes do leste europeu.

Mais de 100 mil pessoas são de religião judaica no Brasil, mas o número de descendentes que não praticam mais o judaísmo é incerto. Segundo pesquisa de 1999, do sociólogo Simon Schwartzman, 0,2% dos brasileiros entrevistados afirmaram ter ancestralidade judia, percentual que, numa população de cerca de 200 milhões de brasileiros, representaria cerca de 400 mil pessoas.[1]

1 História
1.1 Brasil colônia
1.2 Séculos XIX e XX
2 Ancestralidade
3 Ver também
4 Referências
5 Ligações externas
História
Brasil colônia
 Brasil Colônia
O Brasil foi palco para a primeira comunidade judaica estabelecida na América. Com a expulsão dos judeus de Portugal, logo após a sua descoberta, judeus convertidos ao catolicismo (cristãos-novos) já se haviam estabelecido na nova colônia. Ao menos dois pisaram na terra quando Pedro Álvares Cabral chegou em 1500, fazendo parte de sua tripulação: Mestre João, médico particular da Coroa Portuguesa e astrônomo; e Gaspar da Gama, intérprete (ajudara Vasco da Gama nas Índias, onde vivia) e comandante da nau que trazia mantimentos.


A Kahal Zur Israel, no Recife, em Pernambuco, foi a primeira sinagoga das Américas.
Nos dez anos seguintes, outro judeu naufragou perto da costa brasileira e integrou-se aos indígenas: João Ramalho, que serviu de intérprete para novos portugueses que foram chegando. No mesmo período, Fernão de Noronha extraía pau-brasil da costa atlântica; as árvores ficariam conhecidas como "madeira judaica". Muitos judeus portugueses, procurando fugir da intolerância católica em Portugal, viam no "novo mundo" a oportunidade de praticar livremente seu culto, incluindo-se aí os cristianizados que praticavam o judaísmo em segredo - os cristãos-novos. Martim Afonso de Sousa era um dos cristãos-novos que chegaram ao Brasil no século XVI, como governante de uma das capitanias hereditárias.

Mais judeus pioneiros chegaram ao país na época das invasões holandesas do Brasil, em 1630, uma vez que compunham na Holanda uma comunidade tolerada, razão pela qual os holandeses foram bem recebidos pela comunidade judaica já estabelecida no Brasil. O Nordeste brasileiro ficou sob o domínio holandês por vinte e quatro anos e, neste período, muitos sefarditas se estabeleceram no país, principalmente em Recife, onde tornaram-se prósperos comerciantes e fundaram a primeira sinagoga das Américas. Com a expulsão dos holandeses, a maioria dos judeus estabelecidos no Brasil fugiram para os Países Baixos ou outras possessões holandesas, como as Antilhas e Nova Amsterdã, que posteriormente seria renomeada como Nova York após ser cedida aos ingleses. Ali fundaram a primeira comunidade judaica dos Estados Unidos.

As últimas informações sobre a presença destes judeus ibéricos no Brasil datam de meados do século XVIII. Nessa época, com o desenvolvimento da mineração na colônia, milhares de portugueses se deslocaram para a região das Minas Gerais, entre eles, um número considerável de cristãos-novos. Através da Inquisição, muitos desses sefarditas foram julgados, enviados a Portugal e condenados à prisão. De fato, muitos desses cristãos-novos não mais mantinham ligações com o judaísmo, mas, por serem ricos comerciantes e mineiros, eram acusados de praticar judaísmo por seus inimigos e dificilmente se livravam das condenações da Inquisição.

No final do século XVIII, já não havia mais relatos sobre judeus no Brasil. Todos haviam saído da colônia ou se convertido ao Cristianismo, o que faz com que muitos brasileiros possuam, mesmo sem saber, origens em judeus portugueses.

Séculos XIX e XX
Uma nova onda de imigrantes judeus, sefarditas, começou a chegar ao Brasil em 1810, vindos principalmente do Marrocos, estabelecendo-se na Amazônia, principalmente em Belém, onde fundaram em 1824 a mais antiga sinagoga em funcionamento no Brasil e, em 1848, o primeiro cemitério israelita do país; e em Manaus, onde chegaram em 1880. Boa parte dos que chegaram no final do século vinham em função da época dourada da borracha, e sua vinda foi financiada pelos que já estavam na região. Cametá, no interior do Pará, chegou a ter metade de sua população branca constituída de sefarditas.

As famílias mais ricas mudaram-se para o Rio de Janeiro com o declínio da borracha. Ainda assim, a grande assimilação que tiveram na região, envolvendo também sincretismo religioso, fez com que a proporção de descendentes de judeus entre a população branca da Região Norte (amplamente de sefarditas) seja a maior do país.

O isolamento imposto aos sefarditas na Amazônia chamou a atenção de rabinos no Marrocos. No início do século XX, decidiram enviar um rabino à Amazônia para angariar fundos para uma yeshivá no Marrocos (ou em Jerusalém, não se sabe ao certo) e fiscalizar o cumprimento das normas religiosas pela comunidade estabelecida na floresta. Shalom Emanuel Muyal chegou à região em 1908 ou 1910, mas, dois anos depois de chegar a Manaus, morreu, provavelmente depois de contrair febre amarela. Curiosamente, o rabino Muyal acabou por ganhar fama de santo milagreiro entre os católicos locais. Foi enterrado no cemitério cristão, pois não havia, então, cemitério judeu na cidade, e sua sepultura tornou-se local de peregrinações. Zeloso, o rabino da sinagoga de Manaus mandou construir um muro ao redor do túmulo, mas foi pior: os devotos católicos passaram a usar o muro como suporte para placas e quadros em que fazem seus pedidos ao rabi Muyal e também proclamam as graças alcançadas. "Ele se tornou o santo judeu dos católicos da Amazônia", admite Isaac Dahan, da sinagoga de Manaus. Nos anos 1960, quando seu sobrinho, então ministro de governo do já criado Estado de Israel, tentou trasladar os restos mortais do santinho, houve protestos populares, e o governo do Amazonas pediu-lhe que não o fizesse. Enfim a sepultura do rabi Muyal foi para o cemitério judaico, anexo ao católico, e o santo rabi continuou a ser venerado no Amazonas.[4] [5]

A saga dos judeus amazônidas foi levantada no livro Eretz Amazônia, de Samuel Benchimol.

Em fins do século XIX, uma outra onda de imigração judaica já se fazia presente no sul do Brasil, inserida dentro do fenômeno da grande imigração no Brasil, que ocorreu principalmente entre 1870 e 1920. Neste período, cerca de 5,5 milhões de imigrantes desembarcaram no Brasil, sendo o número de judeus não muito expressivo, pois estes preferiam imigrar para os Estados Unidos.


Sinagoga Beth-El, localizada no centro de São Paulo.
Em Pernambuco, entre o fim do século XIX e o início do século XX, instalou-se na cidade do Recife uma comunidade constituída em sua maior parte por judeus de origem asquenaze provenientes de países como Polônia, Ucrânia, Rússia, Áustria e Alemanha. Alguns membros da comunidade asquenaze de Pernambuco tornaram-se notórios, como Mário Schenberg, Leopoldo Nachbin, Paulo Ribenboim, Aron Simis, Israel Vainsencher, Clarice Lispector, Leôncio Basbaum, Noel Nutels, dentre outros.[6]

Com a Proclamação da República do Brasil, uma Constituição foi promulgada, garantindo liberdade religiosa no Brasil, o que facilitou a vinda de imigrantes judeus, desta vez um grande número de asquenazes: a maior parte era proveniente do Leste europeu, regiões da atual Polônia, Rússia e Ucrânia. A maioria desembarcava no porto de Santos e rumava para a cidade de São Paulo onde rapidamente constituiu-se uma próspera comunidade de comerciantes judeus. Com a ascensão do nazismo na Alemanha na década de 1930, formou-se um maior contingente de imigrantes judeus (asquenazes em sua maioria) rumando para o Brasil. Além de São Paulo (principalmente no Bom Retiro), os judeus marcaram presença no Rio de Janeiro, no Sul do Brasil e em outras partes do país. No Rio Grande do Sul possui a fazenda Philipson, fundada no ano de 1904. Ela é considerada como a formadora da primeira escola judaica no Brasil e está localizada no município de Itaara ao lado da BR-158. Posteriormente os imigrantes e descendentes migraram do Bom Retiro para regiões nobres da cidade de São Paulo, como Higienópolis e Jardins.[7]


Sinagoga União Israelita de Porto Alegre no bairro Bom Fim.
Por volta do final da década de 1920, os primeiros membros da comunidade judaica começaram a se instalar no bairro Bom Fim, em Porto Alegre, que permanece como símbolo da colonização judaica na cidade.[8] Uma das sinagogas do bairro, a União Israelita de Porto Alegre, completou o seu centenário em 2010 e é uma das mais antigas do Brasil e a quarta das Américas com atividades ininterruptas.[9]

Ancestralidade
Perguntados sobre sua origem étnica, os judeus brasileiros responderam:

Brasileira (39,11%)
Judaica (16,73%)
Polonesa (6,46%)
Italiana (6,05%)
Indígena (5,83%)
Alemã (5,64%)
Portuguesa (4,0%)
Árabe (2,11%)
Libanesa (1,62%)
Negra (1,46%)
Africana (0,81%)
Outra (10,18%)
Ver também[editar | editar código-fonte]
Portal A Wikipédia possui o
Portal do Brasil
Sinagoga Kahal Zur Israel
Brasileiros brancos
Relações entre Brasil e Israel


Referências
↑ Ir para: a b Simon Schwartzman (1999). [«Fora de foco: diversidade e identidades étnicas no Brasil» Verifique valor |url= (ajuda). Consultado em 7 de janeiro de 2016
↑ Ir para: a b Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ed. (Censo de 2010). «Tabela 1.4.1 - População residente, por situação do domicílio e sexo, segundo os grupos de religião - Brasil - 2010» (PDF). Consultado em 8 de fevereiro de 2015 Verifique data em: |data= (ajuda)
↑ Ir para: a b c d e f g h i j k Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ed. (Censo de 2010). «Censo Demográfico 2010: Características gerais da população, religião e pessoas com deficiência». Consultado em 19 de julho de 2016 Verifique data em: |data= (ajuda)
Ir para cima ↑ "Amazônia, terra prometida". Veja, n° 1946, 8 de março de 2006.
Ir para cima ↑ "Los Nuestros". Os marroquinos na Amazônia, por Reginaldo Jonas Heller. Morashá, ed. 55, dezembro de 2006.
Ir para cima ↑ «A Memória Judaica em Pernambuco» (PDF). Arquivo Histórico Judaico de Pernambuco. Consultado em 24 de maio de 2015
Ir para cima ↑ A nova ortodoxia judaica em São Paulo, por Gabriel Bolaffi (resenha do livro de Marta F. Topel, Jerusalém & São Paulo: a nova ortodoxia judaica em cena; Rio de Janeiro, Topbooks, 2005). Revista Brasileira de Ciências Sociais, vol. 21, n° 60, supl. 60. São Paulo, fev. 2006.
Ir para cima ↑ A Imigração - História
Ir para cima ↑ "Sinagoga comemora o centenário". Correio do Povo, 16/10/2010
Ir para cima ↑ Fora de foco: diversidade e identidades étnicas no Brasil, por Simon Schwartzman.
Ligações externas[editar | editar código-fonte]
GRINBERG, Keila (org.). Os judeus no Brasil - inquisição, imigração e identidade. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2005.
HELLER, Reginaldo Jonas. Judeus do Eldorado - reinventando uma identidade em plena Amazônia: a imigração dos judeus marroquinos e do norte da África para o Brasil (Pará e Amazonas) durante o século XIX. Rio de Janeiro:E-papers, 2010.
A integração dos judeus em São Paulo, por Marilia Freidenson. Cadernos CERU, n°18 São Paulo, 2007
Os judeus na Amazônia por Henrique Veltman, 1983
Os hebraicos na Amazônia, por Henrique Veltman.
Os judeus no Rio de Janeiro, por Henrique Veltman, 1998
Os judeus em São Paulo, por Henrique Veltman, 1997

Origem/Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Hatikvah - Anthem of Israel |Violão Clássico|| התקוה

HINO NACIONAL DE ISRAEL - HATIKVA
 (A ESPERANÇA) IN BM || VIOLÃO CLÁSSICO|| התקוה

Hino Nacional de Israel - Hatikva (A Esperança) in Bm || Violão Clássico|| התקוה
התקוה
כל עוד בלבב פנימה
נפש יהודי הומיה
ולפאתי מזרח קדימה
(2x): עין לציון צופיה
עוד לא אבדה תקותנו
התקוה בת שנות אלפים
להיות עם חופשי בארצנו
(2x): ארץ ציון וירושלים
Harmonia # Melodia
Musica Instrumental #
Violao Clássico #
solo no violao #
Musica de Israel #
Harmonia aprimorada#
Acordes in 7 e 9|| Dim
Harmonia menor #

Chanukah

  • Veja como acender a Chanukiyá em Chanuká - 8 dias de Festa das Luzes

  • Durante oito noites e dias comemoramos a Festa das Luzes, o Chanuká. O Templo Sagrado,violado pelos rituais greco-pagãos, foi reconsagrado e a Menorá (candelabro) reacesa com azeite puro de oliva pelos Macabeus.
    A quantidade de azeite encontrada no Templo era suficiente para apenas um dia, mas durou oito. Em lembrança a estes milagres comemoramos oito dias de Chanucá acendendo a chanukiá.

    A palavra CHANUKÁ ou Chanucá significa literalmente, "Inauguração". A Festa das Luzes recebeu este nome em comemoração ao fato histórico de que os Macabeus, neste dia, "Chanu" (descansaram) das batalhas no "Cá" (25º dia) dês Judaico de Kislêv.

    Comemora-se Chanucá em 25 de Kislêv todos os anos. Neste ano de 5771 (2010), a primeira vela é acesa no dia 1º de dezembro e a última, dia 08/12/2010, totalizando 8 dias de duração.

    Motivo da Comemoração: Antiocus (Antiochus), rei da Síria, governou a Terra de Israel depois da morte de Alexandre, o Grande. Pressionou os judeus a aceitarem a cultura greco-helenista, proibindo o cumprimento das mitsvot (preceitos) da Torá e forçando a prática da idolatria pagã.

    Antiocus foi apoiado por milhares de soldados de seu exército. Em 165 AEC, os Macabeus, corajosos lutadores oriundos de uma família de Cohanim (sacerdotes) de muita fé, os Chashmonaim, apesar do antagonismo esmagador, saíram vitoriosos de uma batalha travada contra o inimigo.

    O Templo Sagrado, violado pelos rituais greco-pagãos, foi novamente purificado e consagrado e a Menorá (Candelabro do Templo Sagrado) reacesa com o azeite puro de oliva, descoberto milagrosamente no Templo.

    A quantidade encontrada era suficiente para apenas um dia, mas milagrosamente durou 8 dias, até que um novo óleo puro pudesse ser produzido e trazido ao Templo. Em lembrança destes milagres comemoramos Chanucá durante oito dias.

    Como Acender a Chanukia:

    Deve-se preparar ou adquirir uma Menorá de Chanucá que por definição tem oito braços numa fila reta de igual altura, além do Shamash. O shamash (vela auxiliar), usado para acender a menorá, é colocado mais alto ou à parte das outras.
    Uma menorá que funcione com eletricidade pode ser usada apenas como decoração de Chanucá, mas não cumpre a mitsvá (conexão com D’us) do acendimento da menorá/Chanikiyá.


    Parte da mitsvá de Chanucá é a divulgação do milagre de Chanucá, portanto costuma-se colocar a Chanukiyá rente ao batente oposto ao que se encontra a Mezuzá, ou numa janela de vidro, claramente visível do lado de fora.
    Velas podem ser usadas, mas devido ao seu papel no milagre de Chanucá, uma menorá com azeite é especialmente significativa.

    Na primeira noite de Chanucá, assim como nas demais, reúna a família para o acendimento da Menorá - Chanukiyá. Antes de acender, recite a bênção apropriada. Utilize o shamash para acender a primeira vela, no extremo direito da menorá (vide imagem).


    Na segunda noite,acenda uma vela adicional à esquerda da vela acesa na noite anterior. Repita o mesmo processo a cada noite de Chanucá, onde a vela a ser acesa é sempre a nova, procedendo da esquerda para a direita. As velas devem arder com fogo aceso durante pelo menos meia hora.

    Se uma vela apagar durante o período em que deveria estar ardendo, deve ser reacendida. Na noite seguinte, os pavios e o azeite restantes podem ser reaproveitados.

    A luz da chanukiyá é sagrada e não pode ser utilizada para outro fim, como leitura ou trabalho.

    Acendimento na véspera e após o Shabat Na tarde de sexta-feira, acendemos as velas de Chanucá pouco antes das velas de Shabat. (No Shabat, o sagrado dia de repouso, é proibido acender uma chama). A chanukiyá não pode ser tocada ou removida depois de seu acendimento na sexta-feira até sábado após o anoitecer.

    No sábado (Motsaei Shabat), as velas de Chanucá somente são acesas após o final do Shabat, depois que a prece de Havdalá é recitada.

    Como acender a Chanukiyá - passo a passo:
    Primeiro, acende-se o shamash, depois pronuncia-se as seguintes bênçãos:

    1.
    Transliteração: Baruch Atá A-do-nai, E-lo-hê-nu Mêlech Haolam, asher kideshánu bemitsvotav, vetsivánu lehadlic ner Chanucá.
    Tradução: Bendito és Tu, A-do-nai, nosso D'us, Rei do Universo, que nos santificou com Seus mandamentos, e nos ordenou acender a vela de Chanucá.

    2.
    Transliteração: Baruch Atá A-do-nai, E-lo-hê-nu Mêlech Haolam, sheassá nissim laavotênu, bayamim hahêm, bizman hazê.
    Tradução: Bendito és Tu, A-do-nai, nosso D'us, Rei do Universo, que fez milagres para nossos antepassados, naqueles dias, nesta época.

    Apenas na primeira noite ou pela primeira vez, acrescenta-se:

    Transliteração: Baruch Atá A-do-nai, E-lo-hê-nu Mêlech Haolam, shehecheyánu vekiyemánu vehiguiyánu lizman hazê.
    Tradução: Bendito és Tu, A-do-nai, nosso D'us, Rei do Universo, que nos deu vida, nos manteve e nos fez chegar até a presente época.
    Acesse o seguinte link de chabad.org para escutar as Berachot

    Em seguida, acendem-se as velas da chanukiyá com o shamash, da esquerda para a direita. Após acender as velas, coloca-se o shamash à esquerda da chanukiyá de modo que fique mais alto do que as chamas da chanukiyá, e recita-se:
    Transliteração: Hanerot halálu ánu madlikin al hateshuot, veal hanissim, veal haniflaot, sheassíta laavotênu, bayamim hahêm, bizman hazê, al yedê cohanêcha hakedoshim. Vechol shemonat yemê Chanucá, hanerot halálu côdesh hem, veen lánu reshut lehishtamesh bahen, êla lir'otan bilvad, kedê lehodot ul'halel leshimechá hagadol, al nissêcha, veal nifleotêcha, veal yeshuotêcha.

    Tradução: Nós acendemos estas luzes em virtude das redenções, milagres e feitos maravilhosos que realizaste para nossos antepassados, naqueles dias, nesta época, por intermédio de Teus sagrados sacerdotes. Durante todos os oito dias de Chanucá, estas luzes são sagradas, e não nos é permitido fazer qualquer uso delas, apenas mirá-las, a fim de que possamos agradecer e louvar Teu grande nome, por Teus milagres, Teus feitos maravilhosos e Tuas salvações.


    Fonte: Beit Chabad Central

    http://www.koshermap.com.br/pt/item/print.html?id=6277

    Parashat Ki Tetsê - Quando saíres - Deuteronômio 21:10-25:19

    Parashá

    A Parashat Ki Tetsê 

    Ki Tetsê começa discutindo o caso de uma mulher quando capturada por um soldado judeu durante uma batalha. Pelo resto da Porção, a Torá continua com uma lista de várias mitsvot cobrindo vasta gama de tópicos. Relata então os direitos especiais de herança do primogênito, o caso do filho teimoso, a importância de respeitar-se a propriedade de outras pessoas, a obrigação de enxotar a ave mãe do ninho antes de pegar seus filhotes, e que não se deve vestir shatnez, mescla de lã e linho na mesma peça de roupa.
    O caso da difamação da mulher casada é então discutido, seguido pela proibição de adultério e outros casamentos proibidos, bem como a ordem de manter o acampamento do exército como local santificado. Após mencionar brevemente o divórcio e o requerimento de um guet (carta de divórcio), a Torá discute o sequestro, a mitsvá de pagar os trabalhadores no tempo apropriado, e o conceito da responsabilidade do indivíduo por suas próprias ações.
    A Torá descreve então a consideração especial que deve ser dada a um órfão e a uma viúva, o casamento levirato e a mitsvá de ser honesto nos negócios. Esta Porção da Torá conclui com uma exortação para recordar as atrocidades que a nação de Amalek cometeu contra nós após o Êxodo.

     http://www.pt.chabad.org

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