Congregação Israelita Beit Itabuna - BA: Festa de Purim !

Festa de Purim !

Chag  Purim!!!
















PURIM - OS PERSONAGENS DA MEGUILÁ ESTER A heroína do Livro de EsterTão logo é escolhida por Achashverosh como sua rainha, passa a ser chamada de rainha Ester na Meguilá. A Meguilá descreve-na como uma mulher de valor. Sua inteligência a ajuda a criar conflito, tensão e ciúmes entre Achashverosh e Haman. Graças a isso, o milagre aconteceu, e Ester pode salvar os Judeus da Pérsia da destruição. Segundo a Meguilá, o nome original de Ester era Hadassa. Seu pai, Avichail, era tio de Mordechai. Quando os pais de Ester morreram, Mordechai a criou em sua própria casa.
Mordechai, o hebreuA origem do nome é babilônia, da divindade babilônica Morduk, mencionada no escritos do período persa. Sabe-se que os Judeus da Pérsia costumeiramente davam nomes babilônios a seus filhos. Mordechai era da tribo de Benjamim. Sua família, chefiada por Kish, foi exilada da Terra de Israel com Yeoachin, rei de Judá, em 597 AEC, cerca de 100 anos antes de Achashverosh chegar ao poder. Kish era o pai do rei Shaul, portanto Mordechai era parente deste rei, que lutou contra os amalequitas e seu rei Agag (Samuel I 15). Segundo os sábios, Haman era um dos descendentes de Agag. Assim, após várias gerações, a história permitiu o encontro de descendentes de inimigos históricos – Mordechai e Haman. O livro de Ester descreve a continuação do conflito histórico, e sua conclusão bem sucedida com a vitória do Hebreu sobre o Amalequita.
AchashveroshRei da Pérsia e Média, usualmente identificado como Xeres, que reinou 486 a 465 AEC. Achashverosh é descrito como intolerante com os povos que habitavam sob seu controle. No Livro de Ester é retratado como omisso e inconstante. Sua corte real possuía uma atmosfera de desperdício, vaidade, extravagância, com festas nas quais o vinho fluía livremente – uma atmosfera alheia ao Judaísmo. Seu reinado é mostrado como aleatório, com decisões tomadas com frivolidade e ambiente de muita embriaguez. Achashverosh era filho de Dario, neto de Ciro, o rei que reinava quando os Judeus construíram o segundo Templo.
Haman, filho de Hamdata, o AgaguitaO primeiro-ministro de Achashverosh. Propôs ao rei destruir o Povo Judeu do reino em um único dia, 13 de Adar. Segundo os sábios, Haman era temeroso e cauteloso, apesar de a Meguilá retratá-lo como poderoso e astuto.
VashtiBela esposa de Achashverosh, que recusou a participar de um banquete promovido por Achashverosh para o povo de Shushan. Como punição, foi banida do palácio e Ester foi coroada em seu lugar.
Bagtan e TereshDois dos eunucos do rei, que guardavam a porta do palácio e planejavam assassinar o rei. A trama foi descoberta por Mordechai, que contou a Ester. Ester, por sua vez, relatou a trama ao rei em nome de Mordechai. Os dois eunucos foram executados, e a boa índole de Mordechai foi registrada nas crônicas do rei. O mérito desta boa índole ajudou Mordechai a se aproximar do rei, e, junto com Ester, salvar os Judeus da destruição.
PURIM– COSTUMES
Mishloach Manot (shelakhmones) e Presentes para PobresO costume de enviar presentes (Mishloach Manot), deixa sua marca especial em Purim. Ao longo de Purim, homens e mulheres, jovens e crianças andam pelas ruas, carregando pratos, cestas e bandejas cheias de guloseimas de Purim escolhidas e cobertas com um guardanapo. Muitos destes “mensageiros” estão em fantasias e isto acrescenta uma beleza especial à atmosfera de Purim.Em Jerusalém, era habitual que meninas comprometidas enviassem Mishloach Manot especial, grande e suntuoso aos seus futuros marido; bolos congelados, biscoitos e confeitaria eram formosamente organizados em bandejas redondas e gigantescas. Na Israel contemporânea, há formas de Mishloach Manot familiares, por bairro e nacionais. Elas são enviadas, por exemplo, aos soldados das FDI que servem de fronte, para os assentamentos nas fronteiras e para os necessitados. Crianças também trocam Mishloach Manot simbólicos nas escolas.
Fazendo barulho na Menção do Nome de HamanHá uma atmosfera especial na sinagoga durante a leitura da Meguilá. Muitos dos fiéis trazem sua própria Meguilá kasher, escrita em pergaminho, de acordo com a halachá – por temer que, caso contrário, eles possam perder uma palavra ou outra da leitura; eles podem assim suprir silenciosamente a palavra perdida em sua própria Meguilá, cumprindo a mitzvá (preceito) de ouvir a Meguilá em sua totalidade.Crianças com vários tipos de fantasias fazem todos os tipos de barulho – assobios, reco-recos e assim por diante, para abafar o nome de Haman sempre que o leitor o pronuncia. Escutam-se batidas de varas, chocalhos e barulhos explosivos. O tremendo tumulto acrescenta-se à alegria geral. O leitor espera até o término do barulho para continuar a Meguilá, que lê até o próximo “Haman”.Outro costume era escrever o nome de Haman no sapato e pisar forte até o nome do opressor ser apagado. O costume de fazer barulho quando o nome de Haman é mencionado é muito antigo e difundido pela Diáspora judaica. Alguns rabinos rígidos proibiram o costume, pois perturba a leitura da Meguilá, mas a atmosfera de Purim festiva triunfou e o costume se tornou profundamente arraigado ao folclore de Purim.
FantasiasO costume de usar fantasias em Purim é extremamente antigo. Era particularmente observado na Itália. Já há quatrocentos anos atrás o Rabino Yehuda Mintz escreveu em sua “Responsa” que deveria ser permitido aos homens vestirem-se de mulheres em Purim, embora os rabinos Ashkenazim proibiam isto absolutamente. O Rabino Yoel Sirkis, da Polônia, opunha-se amargamente a esta permissão, que ia contra o versículo do livro Deuteronômio (22:5): “uma mulher não usará o artigo de vestuário de um homem, nem um homem vestirá o artigo de vestuário de mulher”.Ele também proibia aos homens máscaras que impedissem que fossem reconhecidos, proibição esta tanto para Purim quanto para casamentos.Nos nossos tempos, a revelação externa mais distinta de Purim é o uso de vestidos caprichados, principalmente, pelas crianças, embora os adolescentes e adultos às vezes se vestem a rigor em público ou participem de bailes de máscaras.
As Mitzvot de PurimJejuamos no dia anterior a Purim para recordar o dia de jejum e oração que os judeus observaram antes de sua vitória. Em Purim há quatro mitzvot a serem cumpridas:
1-
Ouvir a Meguilá – A fim de reviver os eventos milagrosos de Purim, escutamos duas vezes a leitura da Meguilá. Uma vez após a Tefilá de Arvit e outra no período diurno do dia seguinte.


2-
A refeição de Purim – Como em todas as festas, comemoramos Purim com uma refeição festiva especial, na qual família e amigos se reúnem e se alegram no espírito da festa.


3-
Presentear amigos com alimentos – O milagre de Purim ocorreu, em parte, graças à amizade e união do povo judeu. Esse fato é comemorado através do envio de pelo menos dois tipos de alimentos prontos para consumo a pelo menos um amigo.


4-
Dar donativos à no mínimo dois pobres – Nas duas últimas Mitzvot, aquele que incrementar será louvado.

Fonte: http://culturajudaica.uol.com.br


                                                         Parte do Programa Israelita





1 comentários:

beatriz .hana@hotmail.com disse...

parabéns pelo blog lindisimo

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