Congregação Israelita Beit Itabuna - BA: CHANUKAH - Parte 2

CHANUKAH - Parte 2

SIGNIFICADO DO NOME

O nome “Chanukah”, hoje traduzido como “Dedicação”, originalmente, é resultado de um acróstico de palavras que a formam: CHANU – Que significa “Descansaram” e KAH – Que corresponde as letras “Kaf” e “Hei’, que formam o algarismo do número “25”. Isto porque, após longo período de luta, contra o exercito de Antíoco Epifânio, os israelitas descansaram no dia 25 de Kislev, data em que reconquistaram o Templo e deram início a sua restauração. A palavra acabou por adquirir um campo lexical mais abrangente, podendo ser traduzida, atualmente, como dedicação, devido ao entorno de acontecimentos ligados a ela. Outro exemplo de um caso semelhante, é o nome “BABEL”, que significa literalmente “Porta de D-us”, devido a se tratar de uma cidade com uma torre que pretendia chegar aos céus. A palavra acabou por ser traduzida por “Confusão”, devido ao evento em que o Eterno implementou a confusão das línguas entre os homens que a construíam. A Festa de Chanukah também é conhecida como “Festa das Luzes” ou “Sucot de Kislev”. Este último se deve ao fato de, naquele ano os judeus não terem podido celebrar a Festa das Cabanas, por estarem em plena guerra. Sendo assim, ao termino da revolução, com mais de dois meses de atraso, eles celebraram Chanukah com Lulav (Espécie de ramo usado em Sucot) nas mãos, num gesto memorial, já que, igualmente a Sucot, Chanukah também é comemorada ao longo de oito dias.

SIGNIFICADO DA CHANUKIAH

Principal costume da Festa de Chanukah é o de se acender a CHANUKIAH, uma espécie de candelabro de nove candeias, o qual acendemos uma de cada vez, ao longo dos oito dias de festa, seja em casa ou na sinagoga. Com a vela piloto, que chamamos de Shamash (servo), tambem chamada de nona vela, e que só usamos para acender as demais oito velas que cumprem a prescrição, iluminamos a chanukiah, acendendo uma vela a mais por dia, até que, ao oitavo dia, todas as velas estejam acesas. O papel da chanukiah é nos trazer a lembrança o milagre de chanukah, quando, o óleo usado para acender a monorah, que deveria durar apenas  um dia, milagrosamente, perdurou por sete dias a mais que o normal, permitindo aos sacerdotes ter tempo hábil para fabricar um novo óleo. O acendimento da menorah, deveria ser o primeiro item no processo de purificação do templo que se iniciou no dia 25 de kislev de 165 a.ec. Até hoje, em função disto, na noite do dia 25 de kislev, acendemos, com o auxilio do Shamash, a primeira das nove velas da chanukiah, que deve estar posicionada perto da porta de entrada da casa ou na janela, em lugar visível. Isto se deve ao fato deste dia ser um motivo de orgulho para todos nós. È o dia em que nos recordamos de um ato maravilhoso em que D-us fez cumprir a sua profecia e livrou-nos da mão de nosso inimigo. Todos os que passam na rua devem olhar para nossas casas e ver que ali, naquele lugar, mora um israelita, que tem orgulho de mostrar o quanto ele ama fazer parte de seu povo. A proximidade de chanukah, em relação à festa pagã do natal cristão, faz com que a casa de um judeu se torne contrastante a todos os seus vizinhos. Definitivamente, num mundo em que as pessoas estão tão preocupadas em, cada vez mais seguir um modelo que pretende formatar a todos dentro de uma cultura ocidental, nada melhor do que nos mostrar como um povo que não permite que a assimilação cultural, faça com que nos desviemos e nosso verdadeiro caminho.

O SHAMASH
Extraído do site da Fundação Beit Chaad do Brasil

"Se eu for somente por mim, o que sou eu?" - Talmud Shabat, 21b.

É a primeira noite de Chanucá, e uma única chama brilha noite adentro no lado direito da menorá.
Uma chama? Não são duas?
Duas? Ah, você está falando do shamash. Ele não conta.
Noite após noite, o shamash cumpre fielmente sua tarefa de acender as luzes. A cada noite, ele dá as boas vindas à recém-chegada e a coloca em seu lugar de direito, na fileira crescente: duas chamas, três chamas, quatro chamas… O shamash as induz à vida, e então fica de guarda, temendo que alguma vacile e precise de um novo impulso de luz.
Mesmo assim, o shamash não conta. Embora seja um doador de luz para os outros, nunca atinge o status de uma luz de Chanucá em si mesmo.
Apesar – na verdade, por causa – disso, o shamash eleva-se sobre todas as outras luzes da menorá.
Priva-se de seu próprio potencial de iluminação para despertar uma chama em outros – não há virtude maior que essa. E é disto que o mundo precisa.

YESHUA CELEBROU A FESTA DA CHANUKAH

“Celebrava-se em Jerusalém a Festa da Dedicação (chanukah). Era inverno e .Yeshua passeava no templo, no Pórtico de Salomão.  Rodearam-no, pois, os judeus e o interpelaram: Até quando nos deixarás a mente em suspenso? Se tu és o Mashaich Enviado, dize-o francamente. Respondeu-lhes Yeshua: Já vo-lo disse, e não credes. As obras que eu faço em nome de meu Pai testificam a meu respeito.Mas vós não credes, porque não sois das minhas ovelhas.As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem. Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecerão, e ninguém as arrebatará da minha mão.Aquilo que meu Pai me deu é maior do que tudo; e da mão do Pai ninguém pode arrebatar.Eu e o Pai somos um.Novamente, pegaram os judeus em pedras para lhe atirar.Disse-lhes Yeshua: Tenho-vos mostrado muitas obras boas da parte do Pai; por qual delas me apedrejais?Responderam-lhe os judeus: Não é por obra boa que te apedrejamos, e sim por causa da blasfêmia, pois, sendo tu homem, te fazes Deus a ti mesmo.Replicou-lhes Yeshua: Não está escrito na vossa lei: Eu disse: sois deuses? Se ele chamou deuses àqueles a quem foi dirigida a palavra de Deus, e a Escritura não pode falhar, então, daquele a quem o Pai santificou e enviou ao mundo, dizeis: Tu blasfemas; porque declarei: sou Filho de Deus? Se não faço as obras de meu Pai, não me acrediteis; mas, se faço, e não me credes, crede nas obras; para que possais saber e compreender que o Pai está em mim, e eu estou no Pai.” (Rishonah de Yohanan –10:22-38)

Ao transitar pelo pórtico do Templo de Shlomo, por ocasião da festividade de Chanukah, Yeshua foi interpelado por alguns de seu povo quanto ao fato de ele ser ou não o Mashicah. Como bom judeu que era, tratou de responder a pergunta com outro enigma: “As obras que eu faço em nome de meu Pai testificam a meu respeito. Mas vós não credes, porque não sois das minhas ovelhas. As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem. Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecerão, e ninguém as arrebatará da minha mão.” Inicialmente, seus irmãos judeus ficaram sem entender o que ele havia querido dizer. Mas pouco a pouco, suas mentes foram sendo esclarecidas quanto ao teor de suas palavras. O Mestre explicava, que não havia forma dele os provar que ele era o Mashiach, já que a fé que depositamos em alguém será sempre uma escolha. A história mostra por si mesma, que Adolf Hitler, por exemplo, foi um assassino psicótico, que tinha como principal objetivo dominar todo o mundo e exterminar os judeus da face da terra, junto com todos aqueles que não aceitassem se prostrar diante de sua insanidade.  No entanto, milhões de alemães, junto com grande parte do mundo o viram como um verdadeiro herói, que pretendia livrar o mundo das garras dos “Malignos e Malditos” opressores judeus. A leitura que somos capazes de fazer de alguém, sempre estará atrelada a uma idéia pré concebida que intencionamos na direção de corresponder a nossas esperanças. Mas a verdade é, que por trás de nossa leitura, existe uma realidade que, nem sempre, somos capazes de perceber. Quem poderia esperar que o Mashiach nascesse em meio a uma família totalmente alheia a qualquer poder hierárquico da época, não envolvido com nenhuma atitude política, que não fosse o ensino da Torah a um bando se semi-analfabetos, representantes da classe mais inferior da sociedade.
Quando Yeshua, em seu oitavo dia de vida, foi levado por seus pais para ser circuncidado, o sacerdote que tomou nos braços, emocionado e sem sequer conhecer a origem daquele menino disse que agora poderia enfrentar a morte, já que o Eterno lhe permitira ver a salvação de Israel. Muitos dos gestos demonstrados pelo Rebe Yeshua, testificam que ele não fazia nada em nome de si mesmo. Ele não foi um dos que se auto denominaram o Messias e que encabeçaram grandes revoltas que em nada resultaram. Yeshua, vivia uma vida simples, ensinado seus alunos o caminho da Justiça, para que por meio disto encontrassem a estrada de retorno ao seu D-us. Yeshua era a resposta que todos os de sua época e até os dias de hoje encontraram. No entanto, quando ousou dizer que procedia de acordo com o que o Pai lhe mostrava, e que suas obras ao eram dele e sim do Pai que o havia enviado, foi mal interpretado e acusado de se dizer deus. Sem tentar se defender ou esclarecer o que havia realmente dito, disse que o próprio D-us chamou o seu povo de deuses, e eles o acusavam por se dizer “Filho de D-us” e não D-us.
Da mesma forma que um shamash, cujo único objetivo era trazer a luz a toda a casa acendendo as velas que estão em redor de si, o objetivo do mestre era o de servir a suas ovelhas com o pasto que o Pai avia plantado.  Certa vez, durante, seu ultimo seder de Pessach, Yeshua perguntou aos seus discípulos: “Quem é maior ? O que serve ou o que é servido?” Eles, sem pensar duas vezes responderam: “Aquele que é servido Meste” ao que ele respondeu: “Pois eu, estando entre vós, sou como aquele que serve”: um Shamash.

A FESTA DE CHANUKAH E A NOVA ALIANÇA

O livro dos atos dos emissários de Yeshua, descreve que certa vez, Shaul Hashaliach estava a ensinar em uma multidão que se reunia em um grande cenáculo, onde haviam muitas lâmpadas acesas. (Cap.20:8). Não é possível dizer que eles estavam celebrando chanukah ou não, mas de qualquer forma, sabemos que o costume de se acender lâmpadas durante a festa de chanukah é muito antigo e antecede em quase duzentos anos a época dos apóstolos, da primeira fase da Kehilah. Nossa preocupação aqui, não é justificar a partir de textos duvidosos a validade ou invalidade de as celebração. Acreditamos que o simples fato de nos afirmarmos “Israelitas da Nova Aliança”, por si só já nos sugere participantes de tudo quanto concerne à identidade israelita, desde que isto não se defronte com aquilo que a Nova Aliança pôs-se a propor. Se o próprio Yeshua celebrou a festa de chanukah, e isto não invalida o fato de sua salvação ter-nos atingido, por meio de sua morte, por que não haveríamos de lembrar, tão especial data, com tão especial cerimônia.
Mais do que tentarmos achar uma justificativa para nossa prática Israelita, devemos concentrar nossas forças em atribuirmos um significado mas excelente as festividades de modo a dar uma nova configuração para o gesto, dentro de tudo aquilo que nosso Mestre Maior, Yeshua, nos ensinou.
Uma das coisas que poderíamos mencionar, por exemplo, é que em um de seus Midrashim, Yeshua nos ensinou que não devemos acender uma candeia e a pô-la debaixo da cama. Devemos deixá-la exposta, onde todos a possam ver (Rishonah de Lucas 11:33).  Sabemos que é um costume nosso, nos dias em que comemoramos a festa de Chanukah, colocarmos a chanukiah (candelabro especialmente preparado para a ocasião), na janela ou na porta de entrada, onde todos possam vê-la. Com isto, somos ensinados que, nossa luz, a Torah que, em função da Nova Aliança, habita dentro de todos nós, deve se destacar, diante dos Goim, de modo que o nosso testemunho, possa dar conta de representar a vontade do Eterno, realizada em nossas vidas. Nestes dias em que nos lembramos da rededicação da Casa do Senhor, devemos fazer uma auto-reflexão e verificar se dentro de nós, ainda é possível encontrar um pouquinho de óleo que não tenha sido profanado. È preciso atentar ao fato, que a razão do templo ter sido profanado, deve-se ao fato de nosso povo ter se rendido a sedução da assimilação cultural e não ter se guardado de proceder de acordo com o costume dos demais povos. Se mantivermos a porta do Templo que, agora, se representa pelo nosso coração, sempre fechada a sedução deste tempo, poderemos sempre ter dentro de nós, manifesta a Glória do Eterno nosso D-us. Não permitamos que um altar a apostasia e ao pecado, se edifique em nossas vidas. Não permitamos que nossos filhos se deixem influenciar pelo pensamento deste mundo. Não permitamos que a luz de nossa candeia se apague e que deixemos de ser, nas palavras do Rebe Yeshua, “Luz do Mundo e Sal da Terra”. Por que no momento em que deixarmos de fazer diferença, as pessoas que estão ao nosso redor, certamente, já não serviremos para mais nada, senão para sermos pisados e humilhados pelos homens.
Em um outro Midrash Hadagah, o Mestre nos ensina a cerca das virgens loucas que deixaram seu azeite acabar, e acabaram não podendo perceber a hora em que o noivo haveria de chegar. (rishonah de Matatiahu  - Cap. 25). Que não sejamos como as virgens insensatas e não permitamos que o óleo se extinga de nossa vasilha. Sejamos como as virgens prudentes e mantenhamos nossas vidas sempre abastecidas com a Torah e o cumprimento das mitzivot.

PORQUE COMEMORAR CHANUKAH?

Porque é parte de identidade do povo, do qual nos dizemos fazer parte

§  Efésios  4: “ 19  Assim, já não sois estrangeiros e peregrinos, mas concidadãos dos santos, e sois da família de Deus.

§  Efésios 2: “11 Portanto, lembrai-vos de que, outrora, vós, gentios na carne, chamados incircuncisão por aqueles que se intitulam circuncisos, na carne, por mãos humanas, 12  naquele tempo, estáveis sem Cristo, separados da comunidade de Israel e estranhos às alianças da promessa, não tendo esperança e sem Deus no mundo. 13 Mas, agora, em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, fostes aproximados pelo sangue de Cristo. 14  Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos fez um; e, tendo derribado a parede da separação que estava no meio, a inimizade, 15  aboliu, na sua carne, a lei dos mandamentos na forma de ordenanças, para que dos dois criasse, em si mesmo, um novo homem, fazendo a paz, 16  e reconciliasse ambos em um só corpo com Deus, por intermédio da cruz, destruindo por ela a inimizade. 17  E, vindo, evangelizou paz a vós outros que estáveis longe e paz também aos que estavam perto; 18  porque, por ele, ambos temos acesso ao Pai em um Espírito. 19  Assim, já não sois estrangeiros e peregrinos, mas concidadãos dos santos, e sois da família de Deus, 20  edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo ele mesmo, Cristo Jesus, a pedra angular; 21  no qual todo o edifício, bem ajustado, cresce para santuário dedicado ao Senhor,”

§  Romanos 11: “13  Dirijo-me a vós outros, que sois gentios! Visto, pois, que eu sou apóstolo dos gentios, glorifico o meu ministério, 14  para ver se, de algum modo, posso incitar à emulação os do meu povo e salvar alguns deles. 15  Porque, se o fato de terem sido eles rejeitados trouxe reconciliação ao mundo, que será o seu restabelecimento, senão vida dentre os mortos? 16  E, se forem santas as primícias da massa, igualmente o será a sua totalidade; se for santa a raiz, também os ramos o serão. 17  Se, porém, alguns dos ramos foram quebrados, e tu, sendo oliveira brava, foste enxertado em meio deles e te tornaste participante da raiz e da seiva da oliveira,18  não te glories contra os ramos; porém, se te gloriares, sabe que não és tu que sustentas a raiz, mas a raiz, a ti. 19  Dirás, pois: Alguns ramos foram quebrados, para que eu fosse enxertado. 20  Bem! Pela sua incredulidade, foram quebrados; tu, porém, mediante a fé, estás firme. Não te ensoberbeças, mas teme. 21  Porque, se Deus não poupou os ramos naturais, também não te poupará. 22  Considerai, pois, a bondade e a severidade de Deus: para com os que caíram, severidade; mas, para contigo, a bondade de Deus, se nela permaneceres; doutra sorte, também tu serás cortado.

Porque é um mandamento de D-us celebrar os seus atos maravilhosos

§  Salmo 145: 4  Uma geração louvará a outra geração as tuas obras e anunciará os teus poderosos feitos. 5  Meditarei no glorioso esplendor da tua majestade e nas tuas maravilhas.

§  Salmo 145: 6  Falar-se-á do poder dos teus feitos tremendos, e contarei a tua grandeza. 7  Divulgarão a memória de tua muita bondade e com júbilo celebrarão a tua justiça.

§  Salmo 145: 10 Todas as tuas obras te renderão graças, SENHOR; e os teus santos te bendirão. 11  Falarão da glória do teu reino e confessarão o teu poder, 12  para que aos filhos dos homens se façam notórios os teus poderosos feitos e a glória da majestade do teu reino. 13  O teu reino é o de todos os séculos, e o teu domínio subsiste por todas as gerações. O SENHOR é fiel em todas as suas palavras e santo em todas as suas obras.

§  Salmo 145: 12  Louva, Jerusalém, ao SENHOR; louva, Sião, ao teu Deus. 13  Pois ele reforçou as trancas das tuas portas e abençoou os teus filhos, dentro de ti; 14  estabeleceu a paz nas tuas fronteiras e te farta com o melhor do trigo. 15  Ele envia as suas ordens à terra, e sua palavra corre velozmente; 16  dá a neve como lã e espalha a geada como cinza. 17  Ele arroja o seu gelo em migalhas; quem resiste ao seu frio? 18  Manda a sua palavra e o derrete; faz soprar o vento, e as águas correm. 19  Mostra a sua palavra a Jacó, as suas leis e os seus preceitos, a Israel. 20  Não fez assim a nenhuma outra nação; todas ignoram os seus preceitos. Aleluia!

§  Salmo 106:2 Quem saberá contar os poderosos feitos do SENHOR ou anunciar os seus louvores?

§  Salmo 150:2 Louvai-o pelos seus poderosos feitos; louvai-o consoante a sua muita grandeza.

Por que Yeshua Também celebrou este dia

§  João 11:22 Celebrava-se em Jerusalém a Festa da Dedicação (chanukah). Era inverno e .Yeshua passeava no templo, no Pórtico de Salomão.

Devemos celebrar este dia, por que somos israelitas. E se precisarmos de outro motivo qualquer, pouco importará para D-us se celebramos ou não.

Chag Chanukah Sameach!

Redação e pesquisa – Prof. Périclis Pereira- Rosh da Sinagoga da
Congregação Israelita da Nova Aliança.

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